É o modo de pensar o sujeito, o modo de pensar a sociedade que deve ser colocado em questão para que a educação se fortaleça em seus instrumentos pedagógicos para o fim da construção de uma sociedade mais justa e harmoniosa.

Se assim for, o sujeito deve ser competente em se utilizar dos conhecimentos, conforme o momento lhe exija e sua estratégia emergirá segundo sua melhor percepção do momento presente. Este sujeito está conceituado como sujeito cognoscente pelo mesmo autor. Nisso coincide o conceito de competência defendido por Perrenaud (2000a) e, coincide, também, com a capacidade desenvolvida com a meditação de experimentar a realidade a partir da experiência direta do momento presente. O sujeito cognoscente é o maior marco conceitual que fundamenta a introdução da prática da Meditação Laica na escola. (p.37)

A visão da circunstância habilita o sujeito a mobilizar suas capacidades e saberes, como sugere Perrenoud (2000a, p.14) com o conceito de competência para, então, construir sua realidade e não apenas refletir e/ou repetir uma realidade sócio-histórica.(p.42)

Rato, C. Meditação Laica Educacional por uma Educação Emocional, 2011.