SALA DE AULA DA VIDEO AULA 1 e 2 A 1 – De dentro pra fora

Esta conversa contém resposta, possui 1 pessoa e foi atualizada pela última vez por lux maia lux maia 6 meses, 3 semanas atrás.

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    lux maia
    lux maia
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    A citação de Morin
    Quando a profa e Morin trazem que o pânico influenciam na ciência mais estruturada, compreendo ainda mais que a dimensão fria, objetiva, está conectada com a dimensão quente, subjetiva, do ser humano. As técnicas, as disciplinas, etc. por mais objetivas que sejam, são utilizadas guiadas pelo subjetivo de quem as usa ou de quem as estruturou (quando se trata de uma instituição).

    INDIVI DUO
    O estresse vem da dinâmica em que consciência está oscilando entre diversas influências (emoção, razão, ser, servir, altruísmo, egoísmo e outras influências menos essenciais). A indicação da profa. para não se estressar é a concentração da atenção em um ponto central do ser humano e que, nesse ponto obteremos equilíbrio e, uma vez equilibrados, seremos capazes de perceber e usar as emoções, os pensamentos, ser, altruísmo etc. como ferramentas nas circunstâncias que quisermos.

    A profa não disse, mas acredito que a questão não é desejar que a oscilação acabe, mas sim, saber se equilibrar com sua presença. Entendo que a energia e a potência humana surgem, justamente, porque existe a dualidade ou múltiplas escolhas, afinal, se não houvesse a necessidade de escolha qual seria o desenvolvimento da consciência e das inteligências?

    Assim, busco aceitar e me equilibrar no balanço da oscilação e todas as suas variáveis para atingir o equilíbrio e atingir a compreensão e maximizar a potência.

    Nesse lugar de conexão e compreensão de mim mesmo, perceberemos melhor a nós mesmos e também ao outro. Segundo, Goleman, uma condição básica para a empatia é a habilidade de sentir-se e compreender-se a si mesmo.

    J. DELORS
    A fuga pra frente foi uma expressão interessante; me faz pensar que alguns “movimentos progressistas” de cunho humanista não estão atingindo o ponto central da mudança que querem, qual seja, a humanização das relações e das estruturas, porque investem muita energia na transformação do exterior e pouco no interior.

    Se não há mudança interna (qual? Emocional? De valores?) ou se as estratégias de mudanças humanas são violentas, também não haverá mudança humana duradoura. Indica que estamos “indo pra frente” em questões políticas e econômica (quem dera!!), mas, na real, é uma fuga das questões principais, internas. No começo da aula, a chamada foi que a sociedade é reflexo do indivíduo; agora no final, com esta reflexão, podemos dizer que fugir pra frente é ignorar o indivíduo no sentido da transformação.

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